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Exame Antígeno Carcinoembrionário (CEA)

cea2O exame Antígeno carcinoembrionário ou embriogênico, ACE, AEC, ou mais conhecido como CEA, é um marcador tumoral, encontrado nos tecidos gastrointestinais normais sendo que uma representativa elevação de seus valores séricos poderá ser indicativa da presença de carcinoma endodérmico. O teste serve para monitoramento de tratamento e recidiva de carcinoma coloretal; monitoramento de outros carcinomas de origem epitelial, como estômago, pâncreas e mama; avaliação de prognóstico.

O CEA é uma glicoproteína oncofetal presente em tecidos embrionários e em alguns processos malignos de células epiteliais. O resultado deste exame depois da coleta do sangue, ajuda o médico no monitoramento de recidiva de carcinoma de cólon após tratamento ou cirurgia. Para os casos que os índices não retornam ao normal depois da realização da cirurgia, leva ao entendimento de que a retirada do tumor não foi completa.

O material biológico usado pelo laboratório para realizar o exame e o sangue, mas também pode ser realizado em outros líquidos, conforme necessidade e solicitação do médico.
O jejum não é obrigatório, mas o ideal é um jejum de 4 horas para evitar material turvo por lipemia.
Outra recomendação é sobre o fumo, em fumantes o resultado pode estar alterado, elevando, por isso, existe dois valores de referência, para fumantes e não fumantes, veja abaixo os índices.
O sangue será retirado da veia do braço depois de colocar um torniquete. O material é retirado rapidamente e colocado em tubos próprios para armazenamento. Logo depois de finalizado a coleta o paciente é liberado.

As concentrações séricas na ocasião do diagnóstico podem ser inversamente proporcionais ao prognóstico.
Aumentos podem ser vistos em carcinoma de células gigantes da tireóide e em neuroblastoma. Valores extremamente elevados podem estar associados à metástase óssea e hepática.
Doenças não malignas hepáticas podem induzir resultados elevados de CEA, assim como tabagismo, doença pulmonar crônica, pancreatite e insuficiência renal.
O CEA não deve ser utilizado na qualidade de único teste diagnóstico
O exame CEA não deve ser utilizado na qualidade de único teste diagnóstico, devido à sua relativa falta de especificidade.

O CEA tem sido encontrado, também, em diversas moléstias não malignas e em algumas pessoas aparentemente normais.
Portanto, se não for o interesse clínico para auxílio de diagnóstico, apresenta primordial valor no acompanhamento terapêutico do paciente, seja este cirúrgico, químico ou radioterápico.
É evidente que para fins diagnósticos, a dosagem do CEA não dispensa o estudo hematológico, radiológico, endoscópico ou mesmo citológico, da moléstia.
Após o início da terapêutica, o paciente deverá fazer dosagens periódicas do CEA durante todo decorrer do tratamento e detecção de recidivas.
Uma das metodologias usadas para realizar o teste é a Eletroquimioluminescência (ECLIA), e o resultado normal será – Não fumantes: até 5,0 ng/mL. E para Fumantes: até 6,5 ng/mL.

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