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Dosagem de FÓSFORO

dosagem-de-fosforo

A  maior concentração de fósforo está presente nos ossos e também músculos estriados, e quantidade menor que 1% está no plasma sanguíneo. É um importante aliado no funcionamento das células, seu metabolismo é regulado principalmente pelos túbulos renais. Fósforo está presente no DNA e RNA, além da maioria das coenzimas e moléculas de reserva energética. O exame fósforo ou fosfatemia pode ser realizado em um laboratório de análises clínicas e o resultado alterado no sangue ou na urina é importante no diagnóstico e acompanhamento de várias doenças.

O fósforo sanguíneo pode ser resultado de absorção intestinal, liberação do espaço intracelular e perda óssea. Vitamina D é importante, ajuda o organismo a absorver mais fósforo no intestino e nos rins, elevando os níveis no sangue. O paratormônio PTH aumenta a excreção renal, diminuindo os valores séricos, por outro lado, o hormônio do crescimento diminui a excreção renal aumentando os níveis.

Fósforo sérico diminuído é comum em pacientes hospitalizados, e embora a maioria dos casos seja moderada, quando em níveis severos podem requerer reposição.
Para realizar o exame de fosfatemia o ideal é ficar em jejum pelo menos 4 horas antes da coleta do sangue. O material será coletado da veia do braço.

resultado do exame de fósforo normalmente não demora, será liberado no dia seguinte depois da coleta.
Os valores normais de fósforo no sangue são de 2,5 a 4,8 mg/dL para adultos. Crianças menores de 1 ano – até 13,0 mg/dL e de 1 ano a 13 anos – 3,0 a 7,0 mg/dL.

Em várias situações podemos encontrar elevação dos níveis de fósforo como, pessoas que fazem muito exercício, muita vitamina D no organismo, hipovolemia, problemas renais, na menopausa, acromegalia quando a glândula hipófise libera excesso de hormônio de crescimento, hipoparatireoidismo, metástases ósseas, problemas hepáticos, sarcoidose, embolia pulmonar e cetoacidose diabética.
Podemos ter níveis de fósforo diminuído no nosso organismo em casos de uso de antiácidos, quando temos pouco vitamina D, corticoides e diuréticos, problemas renais, hiperalimentação, diálise e sepse.
Quando for fazer o exame é importante avisar no laboratório quais medicamentos está tomando, pois algumas drogas podem interferir na determinação do fósforo como, anticoncepcionais, salbutamol, alendronato, lítio, azatioprina, isoniazida e prometazina.
A avaliação do fósforo na urina é importante para avaliação do equilíbrio entre fósforo e o cálcio, e no estudo dos cálculos urinários.
Na maioria das vezes, a dosagem do fósforo é solicitada junto com outros testes como cálcio, paratormônio (PTH) e/ou vitamina D para auxiliar no diagnóstico e/ou para monitorar o tratamento das diversas doenças que causam desequilíbrio de cálcio e fósforo.
Embora a dosagem de fósforo na maioria dos casos seja feita em amostras de sangue, também é possível realizar o teste na urina para monitorar sua excreção pelos rins.
Considerando que alterações leves nos níveis de fósforo geralmente são assintomáticas, o teste geralmente é realizado no acompanhamento de casos com níveis de cálcio anormais e/ou em indivíduos com sintomas de cálcio anormal, como fadiga, fraqueza muscular, cãibras ou problemas ósseos.
A dosagem de fósforo também pode ser solicitada junto com outros testes quando os sintomas sugerirem distúrbio gastrintestinal ou renal.
Quando são encontrados quadros capazes de causar alterações nos níveis de cálcio ou de fósforo, pode ser feito o teste de ambos com intervalos regulares para monitorar a efetividade do tratamento.
Em pacientes com diabetes ou sinais de desquilíbiro ácido-básico, o médico pode necessitar monitorar os níveis de fósforo.
Níveis baixos de fósforo (hipofosfatemia) podem ser causados por ou estar associados a:

  • Hipercalcemia, especialmente a causada por hiperparatireoidismo
  • Uso excessivo de diuréticos
  • Desnutrição
  • Alcoolismo
  • Queimadura grave
  • Cetoacidose diabética (após tratamento)
  • Hipotireoidismo
  • Hipocalemia
  • Uso crônico de antiácido
  • Raquitismo e osteomalácia (por deficiência de vitamina D)

Níveis de fósforo acima do normal (hiperfosfatemia) podem ser causados por ou estar associados a:

  •  Insuficência renal
  • Hipoparatireoidismo
  • Cetoacidose diabética (no momento do diagnóstico)
  • Aumento da ingestão com a dieta (suplementos de fosfato)

Níveis altos de fósforo podem levar a lesão de órgão por calcificação, depósito de fosfato de cálcio nos tecidos.
Os níveis de fosfato normalmente são mais altos em crianças do que em adultos porque os ossos se encontram em fase de crescimento ativo. Níveis de fosfato baixos em crianças podem inibir o crescimento ósseo.
Refrigerantes e alimentos enlatados contêm alta concentração de fósforo. Alguns nutricionistas consideram que esses produtos contribuem para o consumo excessivo de fósforo.
Os níveis de fósforo no sangue e na urina podem ser afetados pelo uso de enemas e laxantes contendo fosfato de sódio, suplementos com vitamina D e administração intravenosa de glicose.

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